William Simões só vai se pronunciar da justiça após afastamento do cargo

William Simões disse que só vai se pronunciar na justiça — Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com
William Simões disse que só vai se pronunciar na justiça — Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com
Após a justiça da Paraíba acatar a denúncia do Ministério Público contra os envolvidos nas investigações da Operação Cartola, o presidente do Campinense, mais uma vez citado nas denúncias e que teve o pedido de afastamento do cargo acatado pela juíza da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, Andréa Galdino, decidiu não se pronunciar, pelo menos nesse momento, sobre a decisão. Através da assessoria de comunicação do clube, o presidente disse que só iria falar quando fosse convocado pela justiça. 


- Nesse momento, o presidente William Simões e sua defesa informa que só haverá algum tipo de manifestação quando a justiça fizer a solicitação - informou a nota repassada pelo Rubro-Negro em nome do presidente agora afastado.  

De acordo a decisão judicial de primeira instância, a juíza Andréa Galdino justifica o afastamento dos dirigentes por entender que “há fortes indícios da prática dos fatos narrados da denúncia, com a participação direta dos denunciados, dirigentes e funcionários da agremiação, cuja manutenção destes na função que ora exercem representam manifesto risco, não só ao clube, mas ao futebol da Paraíba”. Além de William, foram afastados do cargo o presidente do Botafogo-PB e também os demais dirigentes da equipe pessoense que foram citados pelo Ministério Público. 

A juíza determinou também que os agora réus cumpram algumas medidas cautelares. Os denunciados precisam comparecer ao cartório judicial da vara uma vez por mês, não podem sair do estado sem autorização judicial e têm a obrigação de ficarem recolhidos em suas residências todos os dias das 21h às 5h - salvo em casos de trabalharem comprovadamente neste período do dia. Eles também estão proibidos de ter acesso às entidades e eventos desportivos, de entrarem em contato com testemunhas e investigados nesse caso, além de terem que entregar à Justiça seus passaportes.  

Redação com Globo Esporte PB

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