Imagens mostram momentos de agressão da comissão do Nacional de Patos contra arbitragem (Foto: Reprodução / TV Paraíba)
O primeiro tempo da partida decorreu de forma normal, sem muitas emoções dentro de campo e sem nenhuma alteração fora dele. Na volta para a segunda etapa, o Naça conseguiu abrir o placar logo nos primeiros minutos e foi aí que os tumultos começaram. Com o resultado a favor, os atletas do Nacional começaram a fazer a chamada cera, o que acarretou inclusive na expulsão de um dos jogadores da equipe alviverde.
Com os atrasos, a arbitragem deu seis minutos de acréscimos na etapa final, o que deixou bastante irritada a comissão técnica, os jogadores e alguns dirigentes do Canário que estavam acompanhando a partida. A situação se complicou ainda mais no momento que o CSP fez o gol de empate, no último minuto de jogo. Revolta sertaneja que só aumentou com as cobranças de pênalti, que deram a classificação ao Tigre.
Daí em diante o que se viu foi a selvageria e as agressões que tiveram como principal alvo o árbitro Tiago Ramos, que foi agredido com tapas, socos e pontapés. Nem a ação policial conseguiu conter os ânimos e a coisa só não desembocou para algo ainda mais grave por pouco. Após conseguir se livrar dos agressores, o árbitro principal, bem como o assistente Jean Lima, foram até a delegacia local e registraram um Boletim de Ocorrências, relatando todo o tumulto. Ninguém foi preso. O CSP, classificado, vai encarar a Queimadense na grande decisão da competição.
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